Vanitas, 51, Avenue d'Lena


Em seu palácio parisiense na avenida Iéna, 51, o patrono e colecionador Calouste Gulbenkian protagoniza um encontro na escuridão com o artista plástico que conduz a ação dessa história: devaneios e memórias de seus trabalhos mais amados e como eles se tornaram parte de sua coleção (base da fundação de Lisboa com o mesmo nome), de Fantin-Latour, Rubens, Rembrandt, Cranach ou Velázquez, onde as vanitas clássicas, essa consciência da futilidade dos prazeres mundanos e da futilidade da vida, nos levam a um lado e outro da fronteira entre fantasia e realidade, criação artística e a paixão de colecionar. Além da reprodução das obras objeto desse diálogo, a reflexão de Almeida Faria é complementada pelo tríptico Vanitas, que a pintora portuguesa Paula Rego criou especialmente para este trabalho.



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FICHA TÉCNICA

Título Original: Vanitas, 51, Avenue d'Lena

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Ano de Edição: 2007

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Colecção: 

Série(s): 

Avaliação interna (1 a 5): 3

Inf. Web: 

VANITAS: 51, Avenue d’Iéna / conto de Almeida Faria, Tríptico de Paula Rego, Introdução de Eduardo Lourenço. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2007.

Obra interessante que reproduz o trpíptico encomendado pela Fundação Calouste Gulbenkian a Paula Rego por ocasião da celebração do seu cinquentenário.

 

Ano de Edição
2000 - 2009
Gênero
Ficção
País do Autor
Portugal
Língua
Português